Lençóis amarrotados,
Cama vazia de amor…
Vazia do filtro de luz azul,
Vazia do respirar de gente amada
Minha solidão existencial
em quarto ausente
lua cheia de amor
se projecta dividindo cama e coração…
Nem tudo nesta vida é poesia
Não consigo ser feliz…
Nem tudo nesta vida é poesia
lágrimas saem em convulsões.
Tenho mais estômago de bebe…
Falta-me perícia de marinheiro.
Lágrimas por isto e por aquilo,
Líquida Dor, de aperto e sufoco
Amor não correspondido…
Amor não entendido…
Amor não justiçado…
Amor… em vão gastado
Ah este purismo de amar…
E sonhar, sonhar, sonhar…
Afinal a vida se resume…
A mil e uma noites brancas…
3 comentários:
Gostei do poema Tchá.Força com essa tua veia de poeta. Kel brassa.
Que bonito, Tchá!
Tanto sentimento nas palavras!
Gostei muito! :)
Um blogabraço aos dois amigos que estão bem longe... Afinal, aqui isso é possível!
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