
Da análise de décadas de observação, fica-nos a sensação, nítida, da existência no país, de uma classe de políticos e seus seguidores (que inclui todos os homens e mulheres com ambição de poderes), por um lado; e do outro, as populações das ilhas na sua sina secular de lutar para sobreviver às intempéries da vida num país pobre… onde a seca e a falta de meios imperam.
Contrastando com o período de luta para a independência e construção de um país livre e independente, em que todas as populações, dentro e fora das Ilhas, se empenharam e eram também parte… hoje impera a filosofia do ‘nada a ver(!) com a coisa pública’, cada um se preocupando mais com a sua forma de ‘safar e/ou enriquecer’, onde o centro das preocupações estará no ter/haver pessoal.
Mau desempenho dos políticos globalmente, o eternizar dos problemas n vezes diagnosticados mas sem solução, o desemprego, a pobreza… a contrastarem com a ‘demonstração quase pornográfica’ de riquezas conseguidas à custa de bens públicos e outras safadezas, de uns poucos… empurram para um ‘encolher de ombros’ e um consequente afastar do perfil de cidadão. ‘Eles não nos ligam nenhuma… estão preocupados consigo próprios… e travestidos de políticos preocupados, vêm ter connosco só quando precisam do voto…’
Hoje em Cabo Verde, para quem vivenciou o período da revolução nas Ilhas em que todos eram cidadãos empenhados, estamos nas antípodas… onde a coisa pública já só interessa a alguns. Estamos perante uma fábrica que constrói…‘não-cidadãos’. E torna-se absolutamente necessário e prioridade máxima voltar a formar cidadãos plenos…
Outras visões sobre o tema, no blogjoint:
Bianda/
Ku frontalidadi
Cafe Margoso
geração20j73
Blog di Nhu Naxu
Tempo de lobos
Passageiro em trânsito
Pedrabika
O jornal da hiena
Nos blogue
Amilcar Tavares
Emílio Rodrigues
Contrastando com o período de luta para a independência e construção de um país livre e independente, em que todas as populações, dentro e fora das Ilhas, se empenharam e eram também parte… hoje impera a filosofia do ‘nada a ver(!) com a coisa pública’, cada um se preocupando mais com a sua forma de ‘safar e/ou enriquecer’, onde o centro das preocupações estará no ter/haver pessoal.
Mau desempenho dos políticos globalmente, o eternizar dos problemas n vezes diagnosticados mas sem solução, o desemprego, a pobreza… a contrastarem com a ‘demonstração quase pornográfica’ de riquezas conseguidas à custa de bens públicos e outras safadezas, de uns poucos… empurram para um ‘encolher de ombros’ e um consequente afastar do perfil de cidadão. ‘Eles não nos ligam nenhuma… estão preocupados consigo próprios… e travestidos de políticos preocupados, vêm ter connosco só quando precisam do voto…’
Hoje em Cabo Verde, para quem vivenciou o período da revolução nas Ilhas em que todos eram cidadãos empenhados, estamos nas antípodas… onde a coisa pública já só interessa a alguns. Estamos perante uma fábrica que constrói…‘não-cidadãos’. E torna-se absolutamente necessário e prioridade máxima voltar a formar cidadãos plenos…
Outras visões sobre o tema, no blogjoint:
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(Aí está uma boa notícia. Só estranhamos não se ter a informação a circular 'cá dentro'... já que Junho é já amanhã...)



